Clínica Reactive

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Clínica Reactive – Para cuidar da sua saúde e melhorar sua performance, a RunFun Assessoria Esportiva conta a equipe da Clínica Reactive há mais de 3 anos!

 

Clinica Reactive RunFun 2020

Localizada no Alto de Pinheiros, a clínica tem profissionais especializados em esporte e corrida, que entendem as demandas do corredor, e suas necessidades específicas. Os atendimentos são individualizados, sempre em contato com os técnicos e professores da RunFun, buscando os melhores recursos e métodos para atingir seus objetivos.

A Reactive oferece atendimentos nas áreas

  • Fisioterapia
  • Pilates
  • Condicionamento físico
  • Avaliação de técnica de corrida
  • Acupuntura
  • Ortopedia
  • Odontologia
  • Dermatologia
  • Nutrição
  • Massoterapia

Mas e agora com a Pandemia?

Durante esse período complexo que estamos vivendo, sabemos o quanto é importante cuidar da saúde e adaptar a atividade física em formatos diferentes. Por isso, a Clínica Reactive segue atendendo com toda sua excelência e com medidas rigorosas de higiene para minimizar os riscos de contágio. Os atendimentos são individuais, os profissionais estão devidamente paramentados. Calçados são higienizados e a rotina de limpeza foi reforçada.

Conte com a Reactive para as dores do home-office, para a volta dos treinos, prevenção e para eventuais lesões e tensões.

Benefícios de ser RunFun na Reactive

As equipes das duas empresas se comunicam constantemente, pois juntos, somos melhores para te acompanhar nos treinos e seguir em unidade, assim melhorando sua performance e cuidando de você.

Além disso, você da RunFun e seus familiares tem desconto de 10% em todos os nossos serviços, podendo cuidar da sua saúde integral em um só local!!!

Esperamos vocês!!!

Técnica de Corrida e Prevenção de Lesões

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Técnica de Corrida e Prevenção de Lesões – Antes de falarmos de técnica de corrida em si, vamos levantar alguns pontos e fazer alguns alertas. Nos nossos últimos textos, assim como nas lives com a nossa parceira Reactive, ressaltamos a importância da força muscular, mobilidade articular e da flexibilidade para a prevenção de lesões em corredores. Cada uma dessas capacidades influenciarão a corrida de uma maneira específica, de modo que uma menor ou maior magnitude de alguma dessas capacidades poderá acarretar em maior índice de lesão.

No caso da técnica de corrida, esses mesmos fatores estão também ligados a uma técnica mais econômica, eficiente e quem sabe até menos lesiva. Portanto, pode-se dizer que o aprimoramento da técnica de corrida, não se desenvolve simplesmente com feedbacks, análise biomecânica e correção postural, mas também com o desenvolvimento de força, da mobilidade e flexibilidade. Outro fator importante a ser ressaltado, é que o “padrão ideal” de corrida que seja menos lesivo ainda não existe, apesar de aparecer em alguns discursos e notícias de uma maneira bem sólida, é necessário ressaltar que ainda não há literatura científica suficiente para que possamos estabelecer exatamente a técnica de corrida como uma receita de bolo, por exemplo: sua passada precisa ser assim, seu braço precisa se movimentar dessa forma e etc.

Por outro lado, existem algumas sugestões de padrões de corrida difundidos na literatura que aqui podemos ressaltar, através desses pontos poderemos então analisar nosso próprio padrão de movimento e tentar identificar junto aos nossos treinadores algo em nossa técnica que esteja exageradamente fora do padrão.

Começamos então pela técnica pensando de cima para baixo

Braços

O balanço dos braços para frente e para trás em um ângulo de 90º (entre o braço e antebraço) e paralelos ao tronco, parece ter associação positiva com menor índice de lesões de corredores[1], uma vez que o balanço dos braços nessa trajetória acima descrita, ao invés do balanço que se cruzam (cruzando os braços na frente do tronco) fará com que exista uma rotação de tronco menos pronunciada, repercutindo em menos rotação em todo o corpo, ou seja, menor rotação do braço traz menor rotação do tronco que influenciará em uma corrida mais estável[2] e com certeza mais econômica[3].

Tronco

Alguns estudos mostram que uma inclinação do tronco para frente (leve inclinação) também reduz índice de lesões por estar associada com um uma menor rotação de tronco e ao mesmo tempo com a uma posição “ótima” da entrada do pé no solo[1]. Em linhas gerais, uma leve inclinação do tronco para frente seria uma estratégia para correção da técnica da aterrisagem do pé no chão. Dentro disso, é importante ressaltar que o quadril deve acompanhar a inclinação tronco, é muito comum vermos corredores com o tronco flexionado e o quadril lá para trás, isso em vez de ajudar poderá aumentar o risco de lesões.

Pés

Por fim, precisamos ressaltar a aterrisagem do pé ao solo, como falamos anteriormente, a entrada do pé no solo considerada “ótima” está abaixo da linha do tronco, ou seja, toda a vez que eu coloco meu pé no chão, o ideal seria que este, estivesse nesse posicionamento (pensando numa linha reta da cabeça para o chão). Segundo alguns estudos a entrada do pé abaixo da linha tronco diminui a rotações indesejadas, principalmente a rotação interna do quadril[1]. A diminuição de rotações de quadril e joelho tem forte associação com diminuição de lesões em corredores amadores[3].

Essas sugestões acima mencionadas têm muito mais utilidade se estiverem aliadas ao acompanhamento do seu treinador, ou algum profissional que te acompanhe no seu treinamento de corrida ou de fortalecimento. As respostas se você deve ou não inclinar mais o tronco, acertar sua passada e balanço de braços, serão dadas por esses profissionais!

Técnica de Corrida e Prevenção de Lesões

Esse conteúdo foi oferecido pelo nosso Treinador Camilo Alves a quem agradecemos muito!

RunFun Assessoria Esportiva

[1] Moore, I. S. Is There an Economical Running Technique? A Review of Modifiable Biomechanical Factors Affecting Running Economy. Sports Med 46, 793–807 (2016).
[2] Keith, R. W. Relationships between distance running biomechanics and running economy, Biomechanics of distance running, Peter R. Cavanah (editor) (1990): 271-282.
[3] Arellano, C. J. Rodger K. The effects of step width and arm swing on energetic cost and lateral balance during running. Journal of biomechanics 44.7 (2011): 1291-1295.
[4] Dunn, M. D., et al. Effects of running retraining on biomechanical factors associated with lower limb injury. Human movement science 58 (2018): 21-31.

Pilar importante para o corredor – Mobilidade e Flexibilidade

Pilar importante para o corredor – Mobilidade e Flexibilidade. Cada movimento que fazemos requer que a articulação se movimente em sua amplitude e que o músculo, sincronicamente, acompanhe e guie essa função.

Quando falamos em flexibilidade

Estamos no referindo à capacidade do músculo de se estender sem danos ou lesões estruturais, gerando uma amplitude de movimento.

E a Mobilidade

Estamos nos referindo ao movimento da articulação para execução plena dos movimentos.
Um movimento eficaz e bom de uma atividade física, então depende da elasticidade muscular e da mobilidade articular para ser executado.

Essas são habilidades, completamente plásticas e moldáveis.

Se você já se rotulou como uma pessoa “travada”, “pouco flexível”, que ” jamais vai tocar o chão sem dobrar os joelhos”, ou acha que corrida não é um esporte que precisa disso, que alongamento é “coisa de ballet”; está na hora de rever os conceitos e se dedicar a isso. Claro que um corredor não precisa da elasticidade de um bailarino, mas se o músculo é flexível e a articulação tem a liberdade para realizar os movimentos, o gesto da corrida se constrói de uma forma mais simples e fácil.
Um exemplo bem simples e prático de como a falta de mobilidade e flexibilidade podem interferir na corrida é pensar em um corredor que tem uma mobilidade de tornozelo diminuída, seja ela por uma falta de flexibilidade de gastrocnêmios, ou por uma amplitude de movimento das articulações do tornozelo deficitária. Esse indivíduo, em cada passo, terá que compensar com alguma das outras articulações , para que o objetivo de aterrissagem e propulsão seja alcançado. Mecanismo que gera um efeito cascata e possivelmente, uma lesão.

Treinos específicos de mobilidade articular e de alongamento para flexibilidade devem ser incorporado na rotina do corredor.

No início, pode ser dolorido e não tão atraente, mas os resultados logo virão e sua performance na corrida, juntamente com a melhora dos outros pilares; força e técnica de corrida (próximo tema que abordaremos no blog); vai melhorar bastante.

O treinamento funcional e o pilates, por exemplo, ou uma fisioterapia e treino voltados para isso são boas opções!

Pilar importante para o corredor – Mobilidade e Flexibilidade

Esse conteúdo foi oferecido pelos nossos parceiros e especialistas da Clínica Reactive na figura da Carolina Lazari a quem agradecemos muito!

RunFun Assessoria Esportiva

Força e Estabilidade: Um dos pilares para o corredor

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Força e Estabilidade: Um dos pilares para o corredor – Como já discutido anteriormente aqui no blog, existem alguns pilares fundamentais para prevenção de lesões em corredores. Estes são: Força e estabilidade; flexibilidade e mobilidade; e técnica de corrida. Hoje abordaremos o primeiro pilar.

Força muscular pode ser definida como a quantidade de tensão que um músculo ou grupamento muscular pode gerar dentro de um movimento específico e com determinada velocidade de movimento. Tudo o que fazemos está associado a força muscular, pois os músculos proporcionam a energia necessária para os movimentos articulares. Logo, a força muscular tem um papel crucial na vida do homem. Sem a força perdemos a autonomia, pois ela está associada à execução de tarefas básicas como andar, sentar e levantar.

A estabilidade articular pressupõe o correto funcionamento de ligamentos, tendões e músculos para a mecânica adequada da referida articulação.

A estabilidade articular, é descrita, na literatura por dois tipos de estabilidade, a mecânica e a funcional .

Toda articulação no corpo tem um plano de movimento programado anatomicamente para ocorrer. Esse movimento entre os ossos depende das configurações ósseas das superfícies, que são estabilizadas na posição pelos ligamentos, cápsula articular e, em alguns casos, estruturas cartilaginosas acessórias (meniscos, lábios). Quando alguma dessas estruturas estabilizadoras tem problemas, a articulação pode se movimentar em um plano não-anatômico – está então configurada a instabilidade articular, que gera vários tipos de lesão.

O elemento responsável pela estabilidade articular que é possível de ser trabalhado é o músculo, logo, as duas coisas estão interligadas e possuem suma importância no corpo do corredor.

Para o ganho da força muscular

É fundamental que o treino:

  • Seja o mais específico para as suas atividades e para você (para corrida por exemplo, sabemos que exercício com alta carga de membros inferiores podem melhorar performance)
  • Tenha variação de carga e estímulo (alternar pesos livres da musculação com exercícios funcionais por exemplo)
  • A execução de cada exercício deve ser correta, para que não haja lesão durante o fortalecimento
  • Seus treinos de corrida tem que estar alinhados com os de ganho de força.
  • Seja orientado por um profissional

E é sempre bom lembrar que o ganho de força não ocorre de um dia para o outro, então, tenha paciência e mantenha-se constante nos treinos para que os resultados cheguem. E além de prevenir lesões, o ganho de força melhora sua performance na corrida.
Se ainda não se dedica a sua força e estabilidade, o que está esperando??

Força e Estabilidade: Um dos pilares para o corredor

Esse conteúdo foi oferecido pelos nossos parceiros e especialistas da Clínica Reactive, na figura da Carolina Lazari, a quem agradecemos muito!

RunFun Assessoria Esportiva

Liberação Miofascial

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Liberação Miofascial – Este é um tema muito dito por ai, e muitos de vocês até deve ter em casa um rolinho de Liberação Miofascial! Mas você sabe por que soltar a fáscia? O que é fáscia?Qual a sua importância? Esse texto vem te explicar tudo isso, para que você saiba o que está fazendo e possa compor de forma mais eficiente o ser treino de corrida e cuidados com o seu corpo.

O que é a Fáscia?

Fáscias são tecidos de revestimento e envolvem estruturas do nosso corpo, como músculos e vísceras, dando a elas sustentação, posicionamento durante os movimentos, e também pontos de fixações para essas estruturas. Por serem constituídas de tecido conjuntivo, as fáscias também estão sujeitas a deformações mecânicas, podendo ficar mais espessas e se adaptarem de acordo com o estímulo dado.

Liberação Miofascial

Quando sei que minha fáscia não está adequada?

Muitas vezes, sensações de repuxo e movimento limitado com dolorido difuso são sintomas de disfunções fasciais ( muitas vezes confundidas com dor de alongamento, e elas até podem vir juntas) . Aparecem após esforços físicos, quando o corpo “esfria”, ou quando se mantém na mesma posição por tempo prolongado. A dor também pode aparecer seguindo um trajeto em faixa.

De maneira mais profunda, as fáscias que revestem os órgãos podem aderir-se por adaptações posturais, repetições gestuais e também por fatores nutricionais que, com o passar dos anos, podem causar repercussões viscerais das mais diversas.

Durante a corrida, assumimos posturas repetidas e temos tanto a movimentação muscular, quanto visceral… então a fáscia, está 100% envolvida e sujeita a tensões.

Liberação Miofascial

Como Tratar problemas nas fáscias? E quando fazer liberação Miofascial?

Para o tratamento é importante compreender a estrutura a ser tratada para ter bons resultados. São diversas as formas de manipular e liberar as fáscias, podendo ser feita manualmente (com técnicas utilizadas por seu fisioterapeuta ou massagista), com instrumentos (ventosas e rolos de liberação) e ou com o próprio movimento (exercícios específicos e posicionais). Cada forma especificará uma liberação mais profunda ou superficial da fáscia e, em algumas situações, envolverá um trabalho corporal global.

Liberação Miofascial

No caso da prática de atividades físicas como a corrida, que estaremos colocando as fáscias sempre em movimento e tensão, é muito recomendado que façamos como prevenção a liberação miofascial antes, depois ou em momento isolado da prática esportiva; assim manteremos nossa fascia sempre móvel, sem aderências e sem bloqueios de movimentos.

A liberação Miofascial preventiva pode ser feita com uma bolinha de liberação, um bolo de Eva rígido ou com movimentos globais orientados por um profissional da saúde. E se essa liberação de causa um pouco de desconforto, provavelmente é porque sua fáscia está aderida , então insista nos exercícios, até que ele fique mais tranquilo.

Liberação Miofascial

Liberação Miofascial foi oferecido pelo nossos parceiros e especialistas da Clínica Reactive na figura da Carolina Lazari.

RunFun Assessoria Esportiva